sábado, 15 de outubro de 2016

NY painted by Littlelle | Day 1 - From Brooklyn to the Top of Empire State





















Começar o dia a apanhar o metro para Brooklyn... Um dos cinco distritos de Nova Iorque (NY) com uma ampla diversidade cultural visível na expressão artística local, foi um dos bairros que fiz questão em explorar.

Bairro residencial em Brooklyn (foto de Littlelle)
Como estive em NY em tempo de primavera, durante a parte da manhã, comecei por ir ao Jardim Botânico de Brooklyn (custo de entrada 15$; aberto das 10 às 18h, localizado no cruzamento da 150 Eastern parkway, 455 Flatbush Av e 990 Washington Av.) para ver as cerejeiras em flor. O jardim apresenta um recanto japonês, e uma vez que, no ano anterior, perdi os rebentos cor de rosa no Japão, não quis deixar passar esta oportunidade. Este jardim tipicamente japonês é um dos mais antigos e mais visitados fora do Japão. Adoptando a tradicional comemoração japonesa do Sakura Matsuri, o festival das cerejeiras em flor.

Japanese Hill and Pond Garden no Jardim Botânico de Brooklyn (foto de Littlelle)
Cerejeiras em flor no Jardim Botânico de Brooklyn (foto de Littlelle)
Nessa altura do ano é possível fazer um passeio agradável pelo jardim que se encontra pintado com tons primaveris, estando bastante florido. Apresenta uma grande diversidade de plantas e flores, para além das cerejeiras, gostei da vasta colecção de tulipas e magnólias.

Magnólia Plaza (foto de Littlelle)






Entre as várias áreas a explorar, o jardim apresenta uma estufa com plantas características de várias zonas climáticas do mundo, o Museu do Bonsai, um lago com nenúfares e um hall para exposições de arte com temáticas temporárias associadas ao jardim. Em abril encontrava-se patente uma exposição de pinturas alusiva às cerejeiras nipónicas.

Steinhardt Conservatory (foto de Littlelle)



O jardim fica ao lado do Brooklyn Museum (200 Eastern Parkway, aberto das 11 às 18h, fecha à 2ª e 3ª feiras), o segundo maior museu de arte da cidade, e do Prospect Park, que poderão ser uma alternativa durante outras estações do ano, ou consoante o interesse de cada um.

Brooklyn Museum (foto de Mário Santos, editada por Littlelle)

Soldiers' and Sailors' Memorial Arch, próximo da entrada do Prospect Park (foto de Mário Santos, editada por Littlelle)
Voltei a apanhar o metro para uma zona já mais próxima da ponte de Brooklyn. Onde almocei no Junior's Restaurant (cadeia com vários restaurantes em NY https://www.juniorscheesecake.com/blog/restaurants/brooklyn/), típico do nosso imaginário dos filmes americanos. Aconselho como sobremesa o strawberry shortcake, que de pequeno não tem nada! Em NY geralmente as refeições são caras, mas muito bem servidas, é tudo à grande! E se não comeres tudo, não há qualquer incomodo em levares para casa.

Junior's Restaurant (foto de Mário Santos, editada por Littlelle)

Strawberry shortcake no Junior's Restaurant (foto de Littlelle)
Após o almoço, caminhei no sentido do rio, passando por DUMBO (Down Under the Manhattan Bridge Overpass), onde existe movimento da cultura urbana com graffitis e feiras urbanas. Ao domingo realiza-se a Dumbo Flea (Manhattan bridge archway plaza, water st), pequena feira de velharias e artigos em 2ª mão, localizada mesmo por baixo do arco da ponte de Manhattan.

Mural de arte urbana em DUMBO (foto de Littlelle)

Dumbo Flea (foto de Littlelle)
O local da feira dá passagem para o Brooklyn Bridge Park com uma vista esplêndida sobre o skyline de Manhattan e a ponte de Brooklyn. Continuando por esse lado da margem do rio, há acesso ao Brooklyn heights promenade também com uma vista bonita sobre Manhattan (segundo outros blogs), as minhas pernas já não chegaram para isso.

Manhattan Bridge (foto de Littlelle)

Skyline de Manhattan e Brooklyn Bridge (foto de Littlelle)
Apesar do cansaço, atravessar a ponte de Brooklyn a pé é algo a imperdivel! Visualizar os arranha céus de Manhattan a aproximarem-se lentamente e a sua conjugação com a dinâmica do rio e suas pontes é algo que ainda hoje não me sai da cabeça. Cada margem tem uma característica muito própria de acordo com a arquitectura dos seus edifícios. É difícil escolher qual aquela que mais se gosta.

Brooklyn Bridge (foto de Littlelle)

Manhattan Bridge vista da Brooklyn Bridge (foto de Littlelle)

Vista de Manhattan a partir da Brooklyn Bridge (foto de Littlelle)

Arranha céus de Manhattan, vistos ao atravessar Brooklyn Bridge (foto de Littlelle) 

Ao final da tarde apanhei o metro até Bryant Park e caminhei na direcção do Empire State Building (NYCity pass; aberto das 8 às 2h da manhã, no cruzamento da 5ªav com 34st) para subir até ao observatório localizado no 86º andar. Penso ser um bom horário pois dá para ter tanto uma panorâmica diurna como nocturna da cidade, ambas fantásticas e completamente distintas. A dinâmica da cidade corre e altera-se de hora para hora. Este horário possibilita também a vista de um pôr do sol inesquecível, com a imensidão de prédios que se perdem de vista no horizonte, recortado pelo rio com o céu em tons bem quentes. De qualquer forma, a cidade de Nova Iorque é bonita a qualquer hora do dia!

Empire State Building visto a partir da Madison Avenue (foto de Littlelle)
Vista do topo do Empire State Building ao final da tarde (foto de Littlelle)

Vista do topo do Empire State Building ao final da tarde (foto de Littlelle)

Vista do topo do Empire State Building ao final da tarde (foto de Littlelle)


Vista de downtown Manhattan do topo do Empire State Building ao pôr do sol (foto de Littlelle)

Vista nocturna da cidade do topo do Empire State Building (foto de Littlelle)

Vista nocturna de downtown Manhattan do topo do Empire State Building (foto de Littlelle)
A vista do topo deste edifício de arte deco compete com a panorâmica do Top of the Rock do Rockefeller Center (Nycity pass; 48st e 51st entre a 5ª e a 6ªav, metro direto ao edifício), ao qual eu tive pena de não ter tempo para ir. Penso ter uma panorâmica diferente, com vista para o próprio Empire State e o Central Park. Mais recentemente, o Observatório do One World Trade Center também se encontra aberto ao público, sendo o edifício mais alto de NY e o 3º mais alto do mundo.

Observatório do Empire State Building (foto de Littlelle)
Durante a noite, Times Square é um ponto de passagem obrigatório, com os milhões de luzes néon a luzir, e um movimento característico desta cidade, restaurantes, cafés e lojas abertos até de madrugada. A luz é tanta que quase que parece que é de dia.

Times Square (foto de Littlelle)

Movimento caótico de Times Square (foto de Littlelle)

Times Square (foto de Littlelle)

Paramount Theater em Times Square (foto de Littlelle)

Se te apetecer jantar por esta zona, podes experimentar o Hard Rock Café aí localizado, que apresenta uma decoração típica de uma antiga sala de espectáculos e boa música ambiente.

Hard Rock Café em Times Square (foto de Mário Santos, editada por Littlelle)

Interior do Hard Rock Café NY (foto de Littlelle)

Um dia bem cheio de emoções e boas recordações!
Para conheceres o roteiro de 6 dias vê a publicação New York painted by Littlelle

domingo, 9 de outubro de 2016

Oviedo painted by Littlelle























Oviedo é uma cidade universitária e cultural, capital das Astúrias, localizada entre montes no norte de Espanha, sendo uma das poucas cidades que não foi invadida pelos Mouros. A origem da cidade remonta à idade média, sendo composta por edifícios pré-românicos, estilo que dominou a cidade entre os séculos VIII a X. A idiossincrasia da cidade de Oviedo deve-se à combinação da preservação da sua história, uma vez que, um passeio pelo seu centro histórico faz-nos viajar no tempo até à época medieval, com a vida cosmopolita da parte moderna da cidade.
Praça da Catedral
É uma cidade com cerca de 223,500 habitantes, que de acordo com a Comissão Europeia, vivem numa das cidades com melhor qualidade de vida da Europa, sendo apelidada de Capital do Paraíso, pelas paisagens naturais envolventes. 


Paisagem natural que é possível contemplar a caminho de Oviedo
Talvez seja por isso que Oviedo tenha conquistado Woody Allen, que no galardoado filme Vicky Cristina Barcelona (2008), desloca as personagens principais do enredo, da fantástica cidade de Barcelona, para um fim de semana inesperado nesta cidade nas Astúrias. Woody descreve Oviedo como “uma cidade deliciosa, exótica, bela, limpa, agradável e tranquila, é como se não pertencesse a este mundo, como se não existisse... Oviedo é como um conto de fadas”. Woody não brinca a escolher cenários para os seus filmes...




Efectivamente, Oviedo tem um ambiente acolhedor, cuidado e bastante agradável para um passeio de fim de semana. A minha deslocação a Oviedo não foi tão atribulada como a do trio Juan António (Javier Bardem), Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson), após o galã espanhol ter convidado as duas turistas em Barcelona, para ir a esta cidade passar o fim de semana a fim de ver uma estátua inspiradora, beber vinho e fazer amor. Uma característica que quero destacar em Oviedo são as imensas esculturas que podemos observar ao passear pelas ruas e praças da cidade, o que faz da cidade um museu a céu aberto. Uma delas é precisamente uma estátua a homenagear o próprio Woody Allen, a quem foi atribuído o prémio Príncipe das Astúrias das Artes em 2002.

Escultura de Woody Allen feita em bronze por Vicente Menéndez Santurúa (2003)

"Culis Monumentabilus" de Eduardo Urculo (2001)
"La Regenta", esculttura de bronze de Mauro Álvarez Fernández (1997)

"Esperanza Caminando" de Julio López (1998)
"La maternidad" de Fernando Botero (1996)
O centro histórico da cidade tem o seu epicentro na praça Alfonso III, onde se encontram vários palácios e a Catedral de S. Salvador. Nessa mesma praça encontra-se o Museo de Bellas Artes no Palacio Velarde, que não tive oportunidade de visitar.

Catedral de S. Salvador

Para além do centro histórico, Oviedo possui várias ruas comerciais, situadas em torno da Rua Uría e da Praça Escandalera, que formam o coração comercial da cidade.

"Casa Conde" desenhada por J. M. de la Guardia (1904) na Praça Escandalera


Casas del Cuito na Rua Uría

Ao vaguear pelas ruas de Oviedo vamo-nos deparando com edifícios com uma arquitectura variada, desde várias igrejas a alguns edifícios clássicos, modernos, barrocos ou de arte nova. 

Candeeiros de ferro fundido

Rua Uría

Igreja de S. Isidoro

Praça da Constituição

Igreja de S. João
Edifício do Banco Herrero

Parlamento das Astúrias desenhado pelo arquitecto Garcia Rivero (1910)

Ruas pedonais no centro da cidade

Ruas pedonais no centro da cidade

Teatro Campoamor desenhado por López Saladero e Siro Borrajo

A cidade tem também edifícios com uma arquitetura moderna como é o caso do singular Palacio de Exposiciones y Congresos Ciudad de Oviedo da autoria do arquiteto Santiago Calatrava, onde se situa também um shopping.
Palácio de Exposições e Congressos de Oviedo desenhado por Santiago Calatrava
A gastronomia da região (que merece uma publicação dedicada exclusivamente a si) é sobretudo composta por charcutaria e a tradicional sidra, apesar de no filme, Woody colocar as suas personagens a degustar um vinho português. 

Vinho Rosé com Praça Escandalera como fundo
Contactos úteis
Polícia: 985113477
Asturias Central Hospital (HUCA): 985108000

Inversamente a Vicky e a Cristina, eu fui de Oviedo para Barcelona... deixarei-vos assim em breve ficar sugestões de passeios pela Catalunha.

“The trick is to enjoy life... accepting that it has no meaning...”
(Juan Antonio, in Vicky Cristina Barcelona, Woody Allen, 2008)

sábado, 1 de outubro de 2016

New York painted by Littlelle



Uma das minhas viagens de sonho, foi desde sempre Nova Iorque, a cidade que nunca dorme, enriquecida pela mistura de diferentes culturas. É impossível ficar indiferente a esta cidade, centro de ação cultural e artística, económica e histórica a nível mundial. Já para não falar que NY tem servido como cenário para uma panóplia de filmes que alimentam o imaginário de várias gerações.


Manhattan de Woody Allen (1979)

Breakfast at Tiffany's (1961) com Audrey Hepburn       O Lobo de Wall Street (2013) com Leonardo DiCaprio
















Na programação que fiz da viagem pretendia, para além de conhecer os locais emblemáticos da cidade, passear pelas longas avenidas e sentir a energia vibrante da Big Apple. Como amante de arte, incluí no meu roteiro vários museus, que em 6 dias, pensei não conseguir visitar. No entanto, contando bem as horas e utilizando o metro para me deslocar, consegui ir a grande parte dos locais que tinha assinalado no meu livrinho de viagem. É esta proposta de roteiro compactado que vou partilhar sinteticamente convosco nesta publicação e de forma mais pormenorizada de cada dia, em publicações seguintes.

Não é fácil conseguir agrupar em pouco tempo tudo o que esta cidade tem para oferecer, esta foi a combinação que consegui fazer.

Ponte de Brooklyn (foto de Mário Santos, editada por Littlelle)

Estátua da Liberdade (foto de Littlelle)

Empire State Building visto da 5ª Avenida (foto de Littlelle, editada por HRebelo)
Central Parque (foto de Littlelle)
(Chelsea, Soho, Litlle Italy, Chinatown e Greenwich Village)
Escadas de incêndio típicas da arquitectura da cidade (foto de Littlelle)
Chrysler Building (foto de Littlelle, editada por HRebelo)

Antes de mais, esta publicação, servirá para partilhar algumas questões práticas que poderão servir para planear uma próxima viagem a NY.

Questões práticas
É necessário:
- Passaporte com validade superior a 6 meses;
- Visto para entrar nos USA;
- Adaptadores para os aparelhos eléctricos;
- Calçado confortável e muita energia para caminhar pelas gigantescas avenidas da cidade.

- Não são necessárias vacinas específicas.
- Moeda: Dolar (USD)


Segurança
Apesar da imensa multidão nas ruas e, sobretudo no metro, não me senti insegura. Durante a noite os McDonald’s pareceram-me mal frequentados, fui lá apenas quando não havia alternativa, uma vez que os café contrariamente ao que pensava, fecham bastante cedo. 
Após o 11 de setembro a segurança nos principais pontos turísticos da cidade foi reforçada, sendo hábito comum a revista de malas e casacos, bem como passar por detectores de metais, tal como nos aeroportos.

Deslocações
Voo direto da TAP de Lisboa para NY (Aeroporto Newark ou JFK)
Manhattan foi engenhosamente desenhada, sendo difícil perdermo-nos perante a orientação das avenidas e ruas da cidade. Quando surge alguma dúvida, facilmente se questiona as pessoas na rua, que foram sempre muito simpáticas e atenciosas comigo.

Broadway this way (foto de Littlelle, editada por HRebelo)

Avenidas de Manhattan (foto de Littlelle, editada por HRebelo)
Se pensas que consegues fazer toda a 5ªAv. ou a Broadway a pé enganas-te. Andar de metro facilita imenso. Aconselho instalar uma aplicação no telemóvel do metro de NY para te orientares melhor nas estações e trocas de comboio. Sugiro também a adquirir um passe de metro para uma semana (custo de aproximadamente 30 dólares), o que compensa bastante, dado que por mais que uma pessoa queira deslocar-se a pé, as distâncias são enormes, parece já ali, mas engana. Grande parte das estações de metro não tem escadas rolantes, por isso prepara-te para subir e descer escadas juntamente com a multidão.
Como o meu hotel ficava estrategicamente localizado perto da Grand Central Station, era lá que apanhava o metro na maioria das vezes. O movimento nesta estação durante a semana é uma loucura e o edifício é mais bonito do que nos filmes! No piso subterrâneo há lojas e restaurantes.

Grand Central Station (foto de Littlelle, editada por HRebelo)
Grand Central Station e Chrysler Building (foto de Littlelle, editada por HRebelo)
Interior da Grand Central Station (foto de Littlelle, editada por Hrebelo)

Caso não queiras optar pelo metro, existem sempre inúmeros táxis em toda a cidade que pintam as avenidas de amarelo!

Táxis de Nova Iorque (foto de Littlelle, editada por HRebelo)

Avenida em Manhattan (foto de Littlelle, editada por HRebelo)
Entrada em monumentos e museus
Se tal como eu, não dispensas em Nova Iorque a imensa oferta de museus de arte e história, e queres ir aos pontos turístico, típicos de uma primeira viagem a NY, podes adquirir o Nycity pass (http://pt.citypass.com/new-york) que por cerca de 116 USD te dá entrada em 6 atrações entre elas, a subida ao topo do Empire State Building, Museu Americano de História Natural, Metropolitan Museum of Art, Observatório do Rockefeller Center (Top of the Rock) ou Museu Guggenheim, Estátua da Liberdade e Ilha Ellis ou Cruzeiros da Circle Line, Memorial & Museu do 11 de setembro ou   Museu Intrépido do Mar, Ar & Espaço. Eu fiz as contas com o preço da entrada normal e efetivamente compensa adquirir o passe, a não ser que tenhas algum desconto devido à idade, por seres estudante ou reformado. O passe pode ser adquirido no Hotel (foi o meu caso), ou nas bilheteiras das próprias atrações. Depois de adquirido, quando chegares à atração tens de te dirigir à bilheteira para trocar a respetiva folha do passe pelo bilhete.  Em algumas atrações o passe permite evitar filas.

New York City pass


Comes & Bebes
Não esquecer de dar sempre gorjeta! Normalmente vem indicado no talão 3 valores opcionais em função de diferentes percentagens sobre o valor total da conta, o cliente escolhe assim entre os valores apresentados o que melhor entender.  
A comida é muito à base de fritos, hambúrgueres e hot dogs. O McDonald’s e o Starbucks existem quase em cada esquina da cidade.  O Mac tem preços bastante acessíveis e as bebidas normalmente tem possibilidade de refill, havendo ao dispor vários sabores de coca-cola: menta, limão, cereja, morango, baunilha...

Com outros preços, existem restaurante e cafés para todos os gostos e culturas. É só escolher!

Hot dog (foto de Littlelle, editada por HRebelo)
Coffee to go and let's explore New York (foto de Littlelle)

Ficaste com vontade de conhecer mais?
Fica atento às próximas publicações!